04/02/2012 § 2 Comentários

...O Vôo da Libélula...

 

Sento aqui na frente do PC, com uma dor no peito e uma saudade latejante.As palavras me fogem nesta hora; mas a vontade de expressar o que sinto é bem maior que a falta delas. E aos poucos vou deixando tudo sair, mesmo que desconexamente… como quem chora lágrima por lágrima…uma a uma, lentamente. Sentimentos não nascem por acaso, e nem muito menos por acaso eles morrem. Acredito na minha inocente ideologia, que eles vivem pra sempre… que se modificam… podendo ou não se intensificar durante essas metamorfoses. Trago comigo agora uma saudade mortal… e uma fome de vida enorme. É o escuro lutando com a luz; não que a saudades seja escura… mas que para trilhar alguns caminhos, às vezes temos que abandonar outros.

Me sinto pequena diante da vida.

Tanta coisa mudou aqui em minha alma e consequentemente dentro do meu coração. E ando me comportando tal…

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