Vivo de esboços não acabados

19/05/2011 § 1 comentário


Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus. É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.

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§ Uma Resposta para Vivo de esboços não acabados

  • Viver é um eterno “devir”… às vezes também é dever, ou é um dever! Às vezes, na nossa volatilidade, escrever é a nossa forma única possível de materialidade… uma materialidade que se desmanchará, porque viver é um eterno ‘devir”.

Resposta

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