Percurso

15/05/2006 § Deixe um comentário

 

Vivi as mentiras dos dogmas, as verdades das dúvidas.

Ingénua!
Sonhei um sonho impossível, vivendo uma realidade empírica.

Iludida!
Abdiquei do momento presente, cedendo sempre ao passado e ao futuro.

Tola!
Agarrei-me a um barulho mudo, com medo de enfrentar uma melodia silenciosa.

 Covarde!
Equivocada, acreditei que tudo fazia sentido, de forma bizarra.
Voei bem alto, apenas para queimar as minhas asas.
Caí.
Levanto-me! Recuso-me a desistir!
Volto a sonhar! A sentir! A cair! Uma e outra vez!
Desisto. Retomo! Esqueço. Relembro! Não desisto! Nunca! Não posso!
Qual seria o sentido? A razão? O objetivo?
Lembro-me de Minas e Brasilia… Sorrio. Saudades de um tempo que não teve tempo de existir.
Regresso. A um presente que deseja ser vivido, a um passado que não quer ser esquecido, a um futuro que deve ser ouvido!
E sou, essência envolvida em segredos e desejos, em mentiras e anseios. Em redundâncias! E paradoxos!
Existo, somente isso.
Então, beijas-me. E esqueço todos estes disparates.

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